Postagens

Mostrando postagens de janeiro, 2026

Diário semana 15 a 30/01

Imagem
  O Diário Semanal - Elenara Stein Leitão O DIÁRIO SEMANAL Reflexões, Arquitetura e Vida - por Elenara Stein Leitão Semana de 15 a 30 de janeiro, 2026 Porto Alegre, RS O Tempo, Esse Senhor da Razão Por Elenara Stein Leitão | 15 de janeiro, 2026 O tempo. Essa palavra mágica que nos define. Tudo é medido por ele. Nossos passos. Nossos atos. Espaços e cidades. O tempo corre e nos deixa de fôlego curto. O tempo para nos momentos angustiantes de espera. O tempo era melhor em outras eras? Quando mais velhos, olhamos com olhar de lembrança boa e afirmamos que sim. Esquecemos as agruras. Os sobressaltos. As lutas e lágrimas. E ficamos no bom. Em quem ainda não havia partido. Em nossa ingenuida...

Cada um está sozinho por trás de sua máscara

Imagem
  Esta frase me pegou em um livro chamado "História da Solidão e dos Solitários". Não foi uma busca, foi ressonância. Daquelas que batem no peito e no intelecto. A solidão me encanta e simultaneamente me traz inquietude, aquela sensação de estar tocando algo que permanece fundamentalmente intraduzível. Um tema que me atrai pela complexidade de navegar entre a essência individual e o papel social que desempenhamos, como atores que um dia esquecemos que estavam em um palco. A obra de Georges Minois é um livro de fôlego, quinhentas e tantas páginas daquelas que exigem presença, não daquelas que se leem deitadas antes de dormir na esperança de dormência rápida. Folhear esse estudo sobre a solidão desde os primórdios da humanidade revela padrões que as religiões gravaram fundo na psique coletiva: moldaram não apenas costumes e cultura, mas a própria textura do sentir e do fazer das pessoas. Aqui está a maravilhosidade do trabalho histórico, quando ele mostra que nossos medos não s...

das pausas necessárias na vida

Imagem
  da pausa do cafezinho necessário para acordar acordar para a vida amolecida pela necessidade de performar de ser  não, de parecer ser o teclado misto de velho e com teclas que não funcionam meio eu meio nós um gole e chico na tv uma pausa e um olhar na janela o bip do celular não olho ouço sons da rua experimento voltar a escrever por instinto sem ajudas de inteligências que me exasperam ajudam sim já não vivo sem elas mas também necessidade de ter espaços meus café acaba na xícara chico para de cantar comerciais para quem não paga respiro, fungo, existo me percebo tato, paladar, olfato, visão sentidos presentes ainda estou aqui