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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

Quando o palco desilumina

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Uma vez, muito tempo atrás, alguém me disse ser como a Purpurina, música de Jerônimo Jardim que venceu o Festival Mpb Shell em 1981. Quem era dessa época lembra da Lucinha Lins cantando debaixo de uma vaia estrondosa porque o público gostava mais de outra canção. A letra não era feia não, ao contrário, falava de quereres. Se você pensa que vai me seduzir, Se você pensa que vai me arrepiar
Pode ser, mas eu sou feito purpurina  Se uma luz não ilumina  Não há jeito de brilhar  E é bem isso. De repente, não mais que de repente, um quê nos ilumina, nos acende, nos faz maiores e melhores e feito purpurina acabamos por brilhar. Às vezes esse brilho perdura, a gente vira lâmpada, vira planeta, adquira luz própria. Deixa de ser satélite e se sente amado. 
Mas também pode que o brilho seja efêmero. Que não perdure...e que a gente sinta que as luzes se apagam. Às vezes em pleno espetáculo. 
Se você só chega por chegar  Nenhuma lanterna no olhar 
Nosso show não pode acontecer  Sem o palco se acender  Eu não…

Filmes que marcaram minha vida

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Uma pergunta numa rede social, tipo curiosidade de um amigo: "qual filme marcou sua vida?" E cá estou eu a pensar no porquê não me saí um nome. Sim, as coisas que marcam, teoricamente, são inesquecíveis e a gente lembra delas ao menor toque.
Mas filme....
Sim, gostei de vários. Pelos mais diferentes motivos. O primeiro foi um trauma. Devia ter uns três anos e minha irmã me levou para ver a Branca de Neve. Desenho de Disney. Do tempo em que as princesas eram indefesas e as bruxas eram más de verdade. Lembro até hoje dos raios e da cara feia daquela mulher querendo matar a coitada da Branca de Neve! E nunca vi o final porque saí chorando no meio do filme. E minha irmã me xingando atrás....

Meu primeiro filme de adulto. Foi na praia e tinha proibição até 18 anos. Eu devia ter 10. Meus pais estavam loucos para ver o filme e, naquela época os cinemas (de praia) deixavam os pais decidirem se seus filhos podiam ou não ver os filmes. Era Angélica , Marquesa dos Anjos. Lembro de uma cen…

Qual palavra escolher?

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Se o discurso nos dá significado, qual o peso das palavras que elegemos para definir algo? 

Foi pensando nisso que fiz uma provocação nas minhas redes sociais e pedi uma palavra para o ano que se inicia. (eu já escolhi a minha e falei sobre isso no meu outro blog, se ficou curiosa/o veja AQUI)
Vamos então às palavras que colhi das pessoas:
FORÇA
RESISTÊNCIA
AUDÁCIA
RENOVAÇÃO
PAZ
AMOR
DETERMINAÇÃO
REALIZAÇÃO
FELICIDADE
INTERESSANTE
RENASCIMENTO
LUTA
PERSEVERANÇA
JUSTIÇAParecem obvias, mas cada uma encerra muita força se acompanhada de um foco. E imagino que cada um tenha o seu ao pensar em uma em particular.
Há quem reconheça que a força interna, acompanhada da perseverança, deva lhe acompanhar para realizar seus objetivos. Com certeza haverá luta, o que torna sempre a vida interessante, já que a renovação exige de nós audácia e determinação. Afinal não há felicidade que não se conquiste. Nem que seja a da paz interna. Amor à vida, resistência para não sucumbir aos desafios dos renascimentos e uma gra…