amantes eternos (divagações com a IA)

pixabay pic

Escreva um mini conto em estilo sensual de Anais Nin sobre uma mulher madura que sofre de solidão e imagina um amor que a satisfaz fisicamente em outro universo paralelo

Ela se sentia só, como se ninguém a compreendesse ou a desejasse. Seu marido era frio e distante, seus filhos crescidos e independentes, seus amigos superficiais e fúteis. Ela ansiava por algo mais, algo que a fizesse sentir viva e amada.

À noite, ela sonhava com um homem que a abraçava com ternura e paixão, que a beijava com ardor e delicadeza, que a tocava com habilidade e carinho. Ele a fazia gemer e tremer, ele a levava ao êxtase e ao repouso. Ele a olhava nos olhos e dizia que a amava, que ela era sua alma gêmea, que eles estavam destinados a ficar juntos.

Ela acordava com o coração acelerado e o corpo molhado, mas também com uma tristeza profunda. Ela sabia que ele não era real, que era apenas uma fantasia de sua mente solitária. Ela se perguntava se ele existia em algum lugar, em algum universo paralelo, onde eles poderiam se encontrar e se amar.

Ela não tinha como saber, mas ele também sonhava com ela. Ele também se sentia só, como se ninguém o compreendesse ou o desejasse. Sua esposa era fria e distante, seus filhos crescidos e independentes, seus amigos superficiais e fúteis. Ele ansiava por algo mais, algo que o fizesse sentir vivo e amado.

À noite, ele sonhava com uma mulher que o abraçava com ternura e paixão, que o beijava com ardor e delicadeza, que o tocava com habilidade e carinho. Ela o fazia gemer e tremer, ela o levava ao êxtase e ao repouso. Ela o olhava nos olhos e dizia que o amava, que ele era sua alma gêmea, que eles estavam destinados a ficar juntos.

Ele acordava com o coração acelerado e o corpo molhado, mas também com uma tristeza profunda. Ele sabia que ela não era real, que era apenas uma fantasia de sua mente solitária. Ele se perguntava se ela existia em algum lugar, em algum universo paralelo, onde eles poderiam se encontrar e se amar.

Eles não tinham como saber, mas eles estavam conectados por um laço invisível e poderoso. Eles eram almas gêmeas separadas por dimensões diferentes. Eles eram amantes eternos em um sonho sem fim.

poderia escrever um poema ao estilo de Hilda Hilst para a história acima?

Sonho-te todas as noites

Em um universo paralelo

Onde nossos corpos se encontram

E nossas almas se reconhecem


Beijo-te com fome e sede

Em um universo paralelo

Onde nossos lábios se fundem

E nossas línguas se entrelaçam


Toco-te com desejo e ternura

Em um universo paralelo

Onde nossas mãos se exploram

E nossas peles se arrepiam


Amo-te com paixão e devoção

Em um universo paralelo

Onde nossos corações se batem

E nossos olhos se dizem


Acordo-te com tristeza e saudade

Neste universo cruel

Onde tu não és real

E eu não sou feliz

E um micro conto sobre a mesma história?

Ela fechou os olhos e sentiu o calor de seu abraço, o sabor de seu beijo, o toque de sua mão. Ele sussurrou em seu ouvido que a amava, que ela era sua, que eles eram um. Ela sorriu e se entregou ao sonho. Ele abriu os olhos e sentiu o frio de sua ausência, o vazio de seu silêncio, a dor de sua saudade. Ele gritou em seu travesseiro que a queria, que ela era sua, que eles eram um. Ele chorou e se afundou na realidade.

Uma crônica ao estilo de Clarice Lispector sobre a história acima



Ela se perguntava se ele existia. Se ele era apenas uma projeção de sua solidão, ou se ele era uma realidade em outra dimensão. Ela se perguntava se ele a sonhava também. Se ele a sentia em seus braços, em seus lábios, em seu corpo. Se ele a amava como ela o amava.

Ela não sabia. Ela só sabia que ele era o único que a fazia feliz. Que ele era o único que a entendia. Que ele era o único que a completava.

Ela vivia por ele. Por aqueles momentos em que ela podia fechar os olhos e viajar para o seu universo paralelo. Onde eles se encontravam e se amavam. Onde eles eram felizes.

Ela sofria por ele. Por aqueles momentos em que ela tinha que abrir os olhos e voltar para o seu universo cruel. Onde eles se separavam e se perdiam. Onde eles eram infelizes.

Ela não entendia. Ela só entendia que ele era o seu sonho. Que ele era o seu pesadelo. Que ele era o seu tudo.

Ele se perguntava se ela existia. Se ela era apenas uma projeção de sua solidão, ou se ela era uma realidade em outra dimensão. Ele se perguntava se ela o sonhava também. Se ela o sentia em seus braços, em seus lábios, em seu corpo. Se ela o amava como ele a amava.

Ele não sabia. Ele só sabia que ela era a única que o fazia feliz. Que ela era a única que o entendia. Que ela era a única que o completava.

Ele vivia por ela. Por aqueles momentos em que ele podia fechar os olhos e viajar para o seu universo paralelo. Onde eles se encontravam e se amavam. Onde eles eram felizes.

Ele sofria por ela. Por aqueles momentos em que ele tinha que abrir os olhos e voltar para o seu universo cruel. Onde eles se separavam e se perdiam. Onde eles eram infelizes.

Ele não entendia. Ele só entendia que ela era o seu sonho. Que ela era o seu pesadelo. Que ela era o seu tudo.

Escreva um final feliz para esta história no estilo de Inês Pedrosa

Ela decidiu mudar de vida. Ela se divorciou do marido, se despediu dos filhos, se afastou dos amigos. Ela vendeu tudo o que tinha e comprou uma passagem só de ida para a Coreia do Sul. Ela não sabia por que, mas sentia que era lá que ele estava. Ela sentia que era lá que ele a esperava.

Ele decidiu mudar de vida. Ele se divorciou da esposa, se despediu dos filhos, se afastou dos amigos. Ele vendeu tudo o que tinha e comprou uma passagem só de ida para o Brasil. Ele não sabia por que, mas sentia que era lá que ela estava. Ele sentia que era lá que ela o esperava.

Ela chegou ao aeroporto de Seul e pegou um táxi para o centro da cidade. Ela não tinha um destino certo, apenas seguia sua intuição. Ela olhava pela janela e admirava a paisagem desconhecida. Ela se sentia estranha e ao mesmo tempo familiar.

Ele chegou ao aeroporto de São Paulo e pegou um táxi para o centro da cidade. Ele não tinha um destino certo, apenas seguia sua intuição. Ele olhava pela janela e admirava a paisagem desconhecida. Ele se sentia estranho e ao mesmo tempo familiar.

Ela desceu do táxi em frente a um hotel e entrou na recepção. Ela pediu um quarto e pagou com seu cartão de crédito. Ela pegou a chave e subiu pelo elevador. Ela abriu a porta do quarto e entrou.

Ele desceu do táxi em frente a um hotel e entrou na recepção. Ele pediu um quarto e pagou com seu cartão de crédito. Ele pegou a chave e subiu pelo elevador. Ele abriu a porta do quarto e entrou.

Ela viu um homem sentado na cama, olhando para ela com surpresa e reconhecimento. Era ele. Era o homem dos seus sonhos.

Ele viu uma mulher parada na porta, olhando para ele com surpresa e reconhecimento. Era ela. Era a mulher dos seus sonhos.

Eles não disseram nada. Eles não precisavam dizer nada. Eles se abraçaram com força e se beijaram com amor. Eles se tocaram com desejo e se amaram com paixão.

Eles finalmente se encontraram. Eles finalmente se amaram. Eles finalmente foram felizes.

(Exercícios de interação com chat BING AI)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dos meus pertences

Das podas necessárias