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Mostrando postagens com o rótulo aprendizado

Quem disse que velho não sabe lidar com o novo?

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"Tenho receio de desses bichos modernos" me diz um amigo, se referindo ao uso das IAs, como são popularmente chamadas as Inteligências Artificiais.  Outros ainda batem o pé e, embora se aventurem, gritam contra. Eu também critico bastante. Mas uso muito. Experimento várias, de várias maneiras.  Sempre gostei de tecnologias e de novidades. Puxei ao meu pai que sempre dava um jeito de ter as últimas invenções. Tínhamos controle remoto na TV nos anos sessenta. Tudo bem que era ligado por um fio físico à TV, mas era motivo de disputa para quem manejava o bicho. Lembro que, naquela época, eu o ouvia, fascinada, dizer que um dia iriamos nos falar ao telefone nos vendo.  E lembro também da alegria dele quando, já depois dos 80 anos, o coloquei no computador para falar em uma live com o irmão que morava no interior. Então tecnologia para mim é descoberta. É ferramenta de aprimoramento e rapidez. Nem consigo imaginar como fiz uma faculdade de arquitetura sem programas CAD. Varava ...

Coisas que aprendi quando já era tarde demais

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Será que existe um tempo certo para aprender a viver? Tudo bem que tem coisas que a gente deve vivenciar como crianças. Outras tantas, desafiantes e conflitantes, povoam nossa adolescência. E assim vão indo nossas rotas de aprendizagens. Quantas vezes nos pegamos pensando que "se soubesse isso dez anos atrás, que mais simples teria sido minha vida".  Seria fantástico ter conseguido absorver por osmose as experiências que nossos pais, desesperadamente, tentavam nos passar. Mas eram experiências deles, passando pelo filtro de suas emoções e percepções. Embora carreguemos seus DNAs, somos diferentes de nossos antepassados. E que bom que assim seja! Se fossemos cópias clonadas, o mundo não teria evoluído.  Então que graça tem falar de coisas que aprendi depois de ter vivido que não devia ter feito? Para passar um testemunho que leve outras pessoas (e mesmo a nós) por uma reflexão dos caminhos da vida. A receita que serve para mim, nem sempre serve para você...

Aprimorando a escrita

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Seguidamente vejo postagens em listas de arquitetura de pessoas que desenham plantas, seja em desenho manual, seja em programas cad e perguntam todos faceiros o que achamos do seu "projeto". Parece falta de humildade ou até soberba tentar explicar que um projeto arquitetônico não se faz com desenhos, por melhores que sejam. Há muito mais conteúdo, trabalho, respeito à condicionantes legais, simbólicos, estruturais que fazem do afazer arquitetônico algo mais que simples linhas.  Lembrei dessa imagem ao fazer um curso on-line sobre escrita literária. Eu sempre gostei de escrever , e até achei que o fazia bem, até estudar um pouquinho a mais sobre o afazer literário. Santa ignorância!  Ler bastante sempre foi meu maior contato com a literatura. Nunca me aprofundei em técnicas e planejamento sobre o que escrevia. Sou tão indisciplinada que não reviso nada que publico. Abuso de clichês, uso reticências como ênfase com total exagero. Dispenso verbos como estilo próprio...